sábado, 3 de dezembro de 2016

Força Chape: Uma Palavra de Vida

Arena Condá - SC

Vendo os balões brancos subindo para o céu representando as vítimas do acidente envolvendo a Chapecoense, na cerimônia de homenagem fúnebre na Arena Condá em Santa Catarina, não pude deixar de me lembrar duma passagem na Bíblia em Atos dos Apóstolos:

E, estando com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles se puseram dois homens vestidos de branco.

Os quais lhes disseram: Homens galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir. (Atos 1:10-11)


Como cristã descanso no sentimento de que todos aqueles que se foram neste acidente, e criam no Salvador, estão agora nos braços de Nosso Senhor Jesus, no céu e aguardam o dia em que esse Jesus há de vir. Nada sai do controle de Deus, nem mesmo um plano de voo. Tão maravilhoso é esse controle que apesar de todos os erros humanos constatados neste triste episódio, ainda tivemos 6 sobreviventes. Ora! Se da vontade dele fosse todos teriam sobrevivido, ou todos estariam com o bendito Filho, Salvador do mundo.

Mas restaram seis almas neste mundo, ainda não sabemos com qual propósito, e talvez nunca saibamos, mas Deus sabe. Quão maravilhoso é Deus que nos conforta em meios às desgraças, nos ensina grandes lições, e que faz com que de uma tragédia nasça a consciência de somos todos almas viventes dignas do seu eterno amor, e que essa vida que nosso corpo carrega é tão finita, tão frágil, um dia estamos jogando uma final e perdemos o jogo e ao partir para outra perdemos a vida. Mas essa vida que acaba não termina aqui.

Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele. (1 Tessalonissenses 4:14)

Eu creio! Jesus morreu e ressuscitou e cada um daqueles que creram e também morreram um dia estarão juntos novamente, e juntos conosco que cremos se vivermos até lá ou se também morrermos.

sábado, 12 de novembro de 2016

Não Tenho Prata, Nem Ouro para Dar



Não me lembro com quem aprendi isso, mas cresci acreditando que era precioso manter em sigilo, ou com o máximo de discrição, qualquer ajuda dada a um necessitado; talvez seja por ter nascido numa família católica, que por isso tinha algum conhecimento sobre a Palavra de Deus.

Em Atos dos Apóstolos, capítulo 3, tem uma história de um homem coxo de nascença (ele já estava com quarenta anos), que era carregado a uma das portas do templo sempre na mesma hora para pedir esmolas a quem passasse. Para chegar até lá carregado, deveria ser bem grave a deficiência na perna daquele homem.

O esforço diário dele à hora da oração na frente do templo deveria ser aparentemente bem recompensado. Mas as boas obras dos outros não satisfazia sua real necessidade. Quando os apóstolos Pedro e João chegaram para a oração no templo fitaram os olhos nele e pediram que ele os olhasse e o curou. Quantos que tinham dado alguma coisa àquele necessitado tinham olhado o homem nos olhos? E quem se sentiria confortável se ele os fitasse?

Quantas vezes pensamos mais no nosso sentimento ao ajudar os outros do que nos sentimentos de quem ajudamos? Quantas vezes nos sentimos tão bons, e generosos, caridosos e benevolentes, que até chegamos a pensar que somos melhores do que aqueles que não fazem o mesmo que nós. Mesmo aquele que nos elogiam pelas nossas boas obras, criticamo-los, pois só falam e nada fazem. Será? 


Na história do livro de Atos O homem que foi curado reconheceu o verdadeiro autor daquele milagre e o louvou. Porém o povo que assistiu aquele episódio, “correu atônito para junto deles”. É o efeito da caridade em praça pública (hoje também temos as redes sociais), dá àqueles que praticam o ato a aparência de piedade e não dá a devida glória ao verdadeiro dono de todos os recursos que compartilhamos: Deus. 

Que triste testemunho às vezes damos na melhor das intenções! Quão presunçosos parecemos ao convidar os outros para fazer igual as nossas obras! Tudo que temos para dar, seja prata, ouro, brinquedo, alimento, remédios... tudo veio das mãos de Deus para a nossa, e somos apenas despenseiros. Que glória nos resta? Somos todos servos ministrando os recursos de Deus, e se alguém não reparte com liberalidade do que possui, quem sou eu para julgá-lo? Façamos para o próximo e em silêncio como se estivéssemos fazendo para Deus e não aos homens, assim ficaremos em paz, pois Deus é capaz de enviar seus outros servos (e até os servos do mundo) às ruas para servir. Mesmo que a gente não os veja.
Mas, quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a direita; para que a tua esmola fique em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará. (Mateus 6:4)

domingo, 30 de outubro de 2016

Eu, Você, Dois Filhos e um Dinossauro


Adão, Eva, Caim, Abel... onde estavam os dinossauros? E como a humanidade começou de um único casal?


Se o homem (e o segundo Homem) é o tema da Criação descrita em Gênesis, não era de se esperar que encontrássemos ali a resposta para a existência dos anjos ou dos dinossauros. Os anjos só aparecem na Bíblia quando têm alguma coisa a ver com o homem. Os dinossauros nunca aparecem, pois nada têm a ver com o homem, com este mundo ou o mundo vindouro. O conhecimento deles seria inútil no que diz respeito "à vida e piedade", que é o propósito de Deus em Sua Palavra.

Na sua totalidade, o tema principal que temos diante de nós na Bíblia é Deus tomando o homem na criação, revelando o quanto ele despencou, por causa do pecado, ao ponto de ficar até mesmo abaixo de qualquer outra criatura, para depois Deus o exaltar, em Jesus, acima de todas as criaturas e criar nele algo totalmente novo. É possível até traçar um paralelo entre o Gênesis e Romanos para entender a velha e a nova Criação. A Bíblia continuará desvendando os planos e propósitos que têm sua origem no céu, enquanto cientistas e estudiosos continuarão tentando desvendar o que acontece na Terra.



Embora a primeira impressão que se tem é que Sete tenha sido o terceiro filho de Adão e Eva, não podemos afirmar isto com certeza, pois a Palavra de Deus geralmente assinala apenas o nome daqueles que têm alguma importância no contexto ou de quem viria uma genealogia. É comum também se omitir o nome das filhas. O fato de, por exemplo, não encontrarmos os nomes dos descendentes dos bisnetos de Caim não significa que não tenham existido. Simplesmente não são citados, pois nada tinham a ver com o relato divino.

Porém, supondo que Adão não tenha tido filhos além de Caim e Abel, depois de haver gerado Sete, Adão viveu mais oitocentos anos e "gerou filhos e filhas". Quantos? Não nos é mostrado, mas você pode imaginar. Se um casal brasileiro consegue gerar uma média de 4 filhos, vivendo uma média de 60 anos, o que não faria durante 800 anos, em condições de saúde muito menos prejudicadas pelo pecado do que a que vemos em nossos dias! Junte‑se a isto os filhos de sua descendência e você chegará a números enormes.

Creio que se Caim viveu uns oitocentos anos (que era a média da época), quando estava com uns trezentos anos já podia escolher, entre um bom número de irmãs (Adão e Eva tiveram filhos e filhas) e milhares de sobrinhas e parentes distantes, uma esposa para si. E não somente isto, como também já podia construir uma cidade para abrigar tanta gente, como realmente o fez no capítulo 4.17. Não faria sentido construir uma cidade se não existisse já uma população para ela. Já li um cálculo que foi feito da população da Terra na época do dilúvio, que aconteceu cerca de 1700 anos após a Criação, e é fantástico o número de pessoas que poderiam estar habitando a Terra.

Autor: Mario Persona

domingo, 16 de outubro de 2016

Juventude e Fé




Quero falar de uma coisa, parafraseando Milton Nascimento, duas aliás, que dão título a esse post, pois ainda me considero jovem e de fé, embora tudo a minha volta e meu relógio biológico esteja dedicado a me lembrar de que falta pouco para eu sair da fase jovial. E o que isso significa?

Do ponto de vista natural, da carne ou velha natureza, significa um pouco de perda de vigor físico, fragilidade, para as mulheres redução da fertilidade e por aí vai. Do ponto de vista espiritual não significa nada, o que são alguns anos a mais diante da eternidade?

É complicado conviver com um organismo que dita uma regra diferente da do meu espírito, se é que eu posso chamar de regra no meu espírito. São escolhas racionais diante de uma visão do que é agradável a Deus. Sim a Bíblia diz o que é agradável a Deus, e só o espírito convertido entende o que o Espírito de Deus quer dizer. E sabendo que eu não tive nenhuma participação na minha conversão, foi pura graça, fica fácil afirmar isso sem me sentir pretensiosa.

Também não me sinto agredindo aqueles que ainda não creem na mesma salvação, por que sei que a mesma graça que me acolheu é grande o suficiente para acolher todo mundo que se achegar a Cristo. E eles também conhecerão o que eu tenho conhecido.

É muito sem sentido para mim hoje fazer as coisas por puro prazer, sem nenhum propósito, ou mesmo que aos olhos do mundo seja algo estável e sólido, minha visão aqui será sempre curta em relação ao ponto de vista de Deus. Se para mim está tudo bem e na Palavra de Deus está dizendo que não, quem está certo? Obvio que não sou eu.

Mesmo às vezes não entendendo os motivos, o Espírito de Deus que habita em mim me convence e não me deixa desconfortável com a escolha. Na verdade o desconforto existe enquanto perco meu tempo com as batalhas da natureza, que fica igual ao coelho branco de Alice no País das Maravilhas com um relógio na mão gritando “estou atrasado”. O mundo vem e apresenta um casório do tipo “agora ou nunca”, ou coloca ao lado um príncipe moderno com a genética privilegiada para nenhuma carola de trinta botar defeito, aquecendo o caldeirão de hormônios e com o grito da torcida: agora vai!

Nos bastidores tem uma legião de anjos assistindo os planos de Deus na vida de cada cristão, o que realmente importa nesse mundo. Não preciso perguntar qual a plateia mais importante. 
Meu amor não é remédio para nada. Se o noivo não estava adequado aos planos de Deus, e se o príncipe que apareceu um tempo depois nem reconhecia a existência do mesmo, o ideal é aguardar que algo melhor em Cristo está por vir, o que pode ou não ser futuramente com o próprio noivo ou com o príncipe, que podem ser tocados pela mesma graça que me mantém. 

Tudo que eu vier a perder de frescor e beleza nem se compara ao corpo incorruptível que o meu Salvador me dará quanto voltar ou quando eu for até ele após a minha morte.


Ninguém despreze a tua mocidade; mas sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza. 1 Timóteo 4:12

Foge também das paixões da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor, e a paz com os que, com um coração puro, invocam o Senhor. 2 Timóteo 2:22

Considerai os lírios, como eles crescem; não trabalham, nem fiam; e digo-vos que nem ainda Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles.
E, se Deus assim veste a erva que hoje está no campo e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós, homens de pouca fé?
 Lucas 12:27-28

Bando de Louco





Realmente não consegui ainda decidir o que é pior nesse mundo, ser jovem ou estar prestes a deixar a idade que o mundo ainda considera como juventude. Somos expostos a todo tipo de comportamentos e produtos que a mídia, os pais, os colegas da escola, de trabalho e uma centena de outros canais de estímulos julgam ser adequados e necessários para cada idade.

Poderia questionar a idoneidade de todos esses canais, mas a questão é outra. Quando um comportamento é conduzido com base na fé, aí entra o censo crítico de todas as outras vertentes questionando e tentando nos convencer de que estamos errados. É natural, mesmo porque um jovem de fé parece um extraterrestre, um louco.

Já disse e repito que também já achei os cristãos um bando de louco, e hoje tendo a mesma fé reconheço que muito que eu via era teatro, encenação, mas não o que eu ouvia. Era essa Palavra que quanto mais eu ouvia, mais buscava entender (sem conseguir), mais ardia dentro de mim e me humilhava. O que aquele doido quis dizer com aceitar Jesus? Eu vou para o inferno por ter feito isso e aquilo errado? Mas fulano fez mais coisas erradas que eu, talvez se eu for a uma igreja pagar penitência meus problemas serão resolvidos! Minha doença é castigo de Deus?

Essa Palavra de Deus, como tal, tinha um poder de superar a deficiência do pregador e do ouvinte, com seus preconceitos e vícios do velho homem. Conseguia ouvir um padre carismático na TV, livros de origem duvidosa, que não recomendo, e um monte de crentes bem intencionados que eu olhava torto, e acima de toda resistência Deus me dizia que eu estava fazendo as perguntas erradas.

Toda dúvida girava em torno do que eu precisava fazer ou deixar de fazer para resolver minha questão com Deus. Nascemos sentindo no mais íntimo que as coisas não podem acabar aqui, morreu já era, não é digno de uma criação tão sublime. E se não acaba aqui qual será o nosso fim? Que seja o melhor, certo? Deus o que eu preciso fazer para pagar meus pecados? – Morrer. Era a resposta de Deus!

Como juiz Deus estabeleceu que todo pecador deveria receber a pena capital. Sendo assim, quem aceitaria essa pena? Deus precisava cumprir com sua justiça, mas não nos deixaria sem sua misericórdia, e então providenciou um substituto santo e imaculado, que seria o único capaz de executar tal obra para sua própria glória, Jesus Cristo Seu Filho. Ele morreu para tirar o pecado do mundo e salvar todo aquele que cresse. Eu acredito que Cristo morreu por meus pecados, todos eles, então o salário do meu já foi pago, no seu corpo sem pecado, e Deus o ressuscitou mostrando a todos nós a aceitação do sacrifício do Cordeiro.

É indizível o alívio que isso dá, crer que alguém pela misericórdia de Deus pagou a pena no meu lugar, e que o sangue derramado desse Cordeiro Santo é suficiente para diante de Deus limpar todo aquele que se achega humildemente a Ele e se reconhece pecador, não por cometer esse ou aquele pecado específico, o mais puritano indivíduo nesse mundo é pecador, por estar na condição do corpo, mas o espírito pode ser salvo hoje e o corpo regenerado pela graça, lá naquele capítulo porvir que todos sentimos existir, e que um dia o próprio Senhor Jesus, primeiro feito homem a estar lá, vai voltar para nos levar.


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domingo, 7 de agosto de 2016

O Bom Tesouro do Seu Coração


(...) porque da abundância do seu coração fala a boca. Lucas 6:45

Já faz mais de dois anos que escrevo neste blog, meu diário em fragmentos. Muitas vezes tentei escrever sobre um assunto e não consegui, me revirei com um fervor nas pontas dos dedos, mas toda sorte de distração me impedia de escrever. O mesmo aconteceu agora. Não é fácil falar sobre o coração humano.

Quando se fala em tesouro no coração, parece momentaneamente que é possível que exista algo de bom no coração do homem natural. No entanto, quando encontro alguém com esse tesouro, percebo que isto vem de Deus.

A mesma palavra que fala que o homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem, também diz que não há ninguém bom senão Deus (Lucas 18:19). Logo resta a certeza de que se fazemos algo que mereça o título de “bom” devemos graças a Deus!

Não podemos duvidar da bendita ação de Deus nesse terreno tão delicado e traiçoeiro que é o coração humano, que tudo faz para fugir de tão grande amor e salvação. Antes da minha conversão eu pensava que Deus só agia dentro das “igrejas”, fosse qual fosse, o conhecimento de Deus era domínio dos religiosos. Nunca fui tão radical ao ponto de achar que os religiosos houvessem criado o conhecimento de Deus, mas que havia um monopólio.

Nunca estive mais enganada! Primeiro que no mundo não há monopólio, quando o assunto é religião. Para cada um que aceite uma ideia diferente existe um líder correspondente. Cada um adota o trecho da Bíblia que lhe cabe para a fé que lhe convém. Isso não merece o título de bom. O que ficou bem claro nesta confusão é que se não há consenso é por que nenhum deles aceita tudo que está testificado por Deus. Se a Bíblia tivesse sido escrita por homens (pela sua autoria e não pelas suas mãos), os homens a seguiriam a risca, sem reclamar.

Assim como eu um dia estive fora de tudo aquilo (e continuo) e vi que Deus agiu em mim, agora percebo a sua misericórdia a minha volta por meio de outras pessoas. Não sei se no meu tempo alguém conseguia enxergar em mim o bom tesouro que Deus depositara em meu coração, eu ali em meio a um turbilhão de dúvidas, e ao querer saná-las causava mais discórdia entre os “religiosos” que deveriam ser mais sábios que eu. Pensava. Eu porém, olho e sinto um amor imenso.

A doença da carne parece-me uma das mais dolorosas consequências da entrada do pecado no mundo, e, no entanto, é uma das circunstâncias mais promissoras para que um coração seja tocado pela fé. Quantas pessoas buscam o milagre da cura ao invés de saúde? Quantos buscam sobreviver ao invés de viver? Parece a mesma coisa, mas não é. Por um tempo eu pensei que o que eu precisava era ser curada. Mas nunca pedi um milagre, no fundo o Senhor já havia me convencido que eu não tinha nada útil a fazer ainda com minha saúde, meu coração mau ainda estava a todo vapor com vontade de errar. Ao invés disso, minha situação foi lapidando as pessoas a minha volta, sem prejuízo nenhum a mim.

E mesmo hoje, ainda pude viver para testemunhar como o agir de Deus no coração do próximo também serve para me lapidar. Como o amor de Deus me comove, e me faz a amar os seus! Que alegria isto me causa. Quando eu desisti da cura, ela veio. Um dia antes de um dos meus aniversários, tive uma crise derradeira, para nunca mais. Louvado seja Deus! Como eu poderia depois de uma graça bendita viver só para mim? Só para os meus prazeres? Para o meu próprio bem estar, sem pensar no reflexo disso diante de Deus e dos seus amados escolhidos?

Eu não me envergonho de testemunhar a minha fé. Em meio a tanta religião que se diz cristã e não reconhecem o senhorio de Cristo, e prestam um terrível testemunho aqueles que não têm conhecimento da fé, da pura fé no Filho de Deus que veio ao mundo para salvar os pecadores, os perdidos. Em meio a tudo isso, eu sei que Deus não deixa sua obra sem testemunho, e foi Ele que enviou seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor e ele pode mostra-Lo ao coração mais vil e distraído pelas falsas alegrias deste mundo.

E Jesus clamou, e disse: Quem crê em mim, crê, não em mim, mas naquele que me enviou.
E quem me vê a mim, vê aquele que me enviou.
Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas.
E se alguém ouvir as minhas palavras, e não crer, eu não o julgo; porque eu vim, não para julgar o mundo, mas para salvar o mundo. João 12:44-47

Palavra da Vida


(...) e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida


Cresci lendo e relendo uma coletânea de livros as escondidas. Já vi várias versões de todos os tamanhos, completo ou com alguns poucos livros. Letras mínimas e letras garrafais, a mais recente era em inglês. Não me sentia confortável para lê-la em público, sentia algo estranho naquela coletânea, pois quem mais a ostentava menos lia, e quem não lia, geralmente, nutria um grande desprezo por ela. Por isso eu me escondi.

Existia em mim uma curiosidade que eu não sabia de onde vinha pela história contada naqueles livros. E quanto mais eu lia, menos eu entendia, pensava. Buscava em outras fontes explicações para o que ela me dizia, e percebia que existia uma confusão gigantesca de opiniões sobre o assunto. Conheci muitas pessoas que por não entenderem simplesmente desistiram de apreciar a história mais maravilhosa que somente um autor muito engenhoso poderia escrever.

Esta coletânea foi escrita com a diferença de alguns séculos entre um e outro, antes e depois da vida e morte do seu personagem principal, e desde o último livro, nenhum mais se lhe acrescentou, pois o que aí está ainda nos diz muito, e a cada dia nos revela algo diferente sem, no entanto ser necessário aumentar uma vírgula do que foi escrito. Percebi cedo que só o autor poderia me revelar o que ele tinha escrito.

Ouvindo e vendo a bagunça dos homens no entendimento e ensino do conteúdo dos livros, já desconfiei da realidade sobre o que os livros falavam, mas nunca me acomodei a minha desconfiança, pois um dos livros falava que “Maldito o homem que confia no homem” e “não sabem o que fazem”! O próprio autor me alertava sobre a maldade no coração de seus leitores, inclusive do meu. Ai de mim, confiar em minha sabedoria!

E não foi por causa do coração mau dos outros homens que eu passei a crer em cada palavra daquele livro, mas por reconhecer, lendo-o, a maldade e fraqueza do meu próprio coração. Nenhum outro livro nesse mundo é capaz de revelar a fragilidade da presunção humana, e por isso mesmo nenhum homem consegue manipulá-lo impunemente. Já vi muitas interpretações, mas é o máximo que conseguem, e que convenhamos já faz alguns estragos na história da humanidade.

Desde o primeiro animal que foi morto para que sua pele servisse de vestimenta para cobrir o primeiro casal dos seus pecados, aos sucessivos sacrifícios de cordeiros pelos pecados do povo, até o derradeiro sacrifício do Cordeiro de Deus que tirou o pecado do mundo. Em nenhum noticiário que o homem possa escrever encontrarei tão grandiosa notícia: existe uma solução para o meu coração pecador, que duvida que Deus possa manter sua palavra escrita e intacta, assim como todas as coisas criadas continuam a refletir o seu autor. O homem foi a última obra da criação, mas tudo foi criado para aquele que era amado por Deus desde antes da fundação do mundo: Jesus Cristo.

Um dia, sabendo do juízo que precisava executar, que era cobrar o salário do pecado (a morte) que nós devíamos, Deus mandou Ele, Jesus Cristo em carne (um homem para pagar os pecados de todos os homens), para ser castigado na cruz, após todo o desprezo e humilhação que só um ser humano pode oferecer. Se eu estivesse naquele cenário eu não faria diferente... Até hoje nosso Senhor Jesus é rejeitado. Mas a boa notícia é que está consumado! O Senhor Jesus morreu por mim, e levou na cruz o meu coração mal que o rejeitava! Ele ressuscitou e está com Deus Pai a espera de todos aqueles que crerem no Seu nome para salvação dos pecados.


Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.
Se dissermos que não pecamos, fazêmo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós
1 João 1:9-10

* 1 João 1:1

domingo, 24 de abril de 2016

Mulher Moderna



O que é ser uma mulher moderna? Passei a me questionar sobre esse tema após um comentário de um amigo: “Você quer ser uma mulher moderna com valores tradicionais, isso te torna meio complexa de entender.” Verdade.

A origem de algumas palavras dizem muito, Moderna, por exemplo, vem do latim e quer dizer “modus atual”. A palavra Tradição, também, significa passar adiante. Valor, por sua vez, significa riquezas, bens. Um homem de valor é um homem do bem, rico em caráter, honestidade, e todas as qualidades que hoje formam um conjunto de valores.

Valores são passados adiante exatamente no intuito de não mudar. Logo, por mais que o modus operandis mude, os valores não devem ser alterados. Até as empresas possuem sua missão, visão e valores, às quais todas as ações devem ser subordinadas, e quando fogem desta diretriz, impacta o fundamento da organização.

Para as pessoas não deveria ser diferente. Mas não temos o costume de agir fundamentados por valores, ou por vezes, temos alguns nos guiando, mas desconhecemos quais. Isso causa estranheza diante de quem possui um mínimo de noção sobre quais os valores que o move. Gera “complexidade” de Com – “junto” e Plectere - “tecer, entrelaçar”, algo que se mistura, se confunde no todo, que não é tão fácil de categorizar.

Hoje é comum ver pessoas guiadas pela moda, ou seja, o que alguém decidiu que deve ser valorizado nos tempos atuais. Desde hábitos de consumo, de leitura, de estudo, de política, entretenimento. Sempre somos guiados por algo, se não por escolha consciente, certamente por forma inconsciente.

Se pegarmos como exemplo algumas mulheres de destaque na Bíblia, (Rute, Ester, Ana, Sarah, Rebeca, Isabel, Maria, as irmãs Marta e Maria, Priscila, Lóide e Eunice - avó e mãe de Timóteo), dificilmente, na era moderna elas adotariam atitudes diferente das que tomaram nos relatos descritos. Talvez a forma mudasse, mas os valores que as moviam seriam os mesmos.

E se existe um guia imutável de princípios e valores “tradicionais” é exatamente a Palavra de Deus. Muitos anos se passaram entre Genesis e Apocalipse, e deste Apocalipse até os tempos modernos. Muitos costumes e leis foram criados, substituídos, renovados; muitos erros cometidos pelo homens, contudo a base de tudo permanece a mesma. Não à toa os livros são chamados testamento.

Então, realmente, por mais que hoje exista um movimento feminista igualitário, cheio de manias e requerendo direitos, muitos deles vistos superficialmente justos, sem entrar no mérito da questão, se em alguma coisa me assemelho à mulher “moderna” é mera coincidência. Sou sim uma mulher igual às demais, pois a essência feminina foi criada por Deus, e por mais feminista, ou machista, uma mulher será sempre uma mulher, criada para ser ajudadora idônea do homem. E viu Deus que tudo quanto tinha feito era muito bom.

Após esse capítulo, com a entrada do pecado no mundo e todas as “escolhas” guiadas por esse princípio em TODA a raça humana, muita água rolou por baixo da ponte, mas a misericórdia do Senhor permanece.

Porquanto o que era impossível à lei, visto que se achava fraca pela carne, Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança da carne do pecado, e por causa do pecado, na carne condenou o pecado.
Para que a justa exigência da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito. (Romanos 8: 3-4)



Sou uma mulher igual às demais, com valores sólidos. O que veio de família foi fruto direto da mesma fé, semelhante aos valores de Timóteo herdados da mãe e da avó. Por sua vez, o que na família desvirtuou-se devido às influências do mundo, deixei para traz.

Por fim, outra citação:

Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor. (Romanos 8: 30-39)

sábado, 12 de março de 2016

Nascer de Novo




Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor. 1 Coríntios 13:13

Em outra oportunidade já contei uma parte de minha história e meus problemas de saúde do passado. De certa forma gosto de falar sobre minha trajetória, pois hoje me sinto muito bem e feliz, e parte deste sentimento não existiria se o percurso pelo qual passei tivesse sido diferente.

Mas, me recordo que por um período da juventude, eu me sentia muito desconfortável em falar sobre o meu problema, o rótulo de “menina doente” não me cabia, eu não gostava que me vissem assim, ao mesmo tempo eu abusava da situação para tentar conquistar simpatia. É um grande paradoxo. Eu simplesmente não acreditava que pudessem gostar de mim sem antes sentir um pouquinho de compaixão, ou pior, pena.

Anos depois, vivi uma situação quase que inversa. Quase. Eu, hoje uma pessoa saudável conheci um rapaz enfermo. Ele tinha um câncer linfático, fazia quimioterapia, e com frequência estava internado. Trabalhava em casa, a empresa prestava toda assistência. Mas por incrível que pareça, embora esse relato seja um caso lamentável, encontrei nesse rapaz uma positividade e otimismo que eu, mesmo depois da cura, jamais tive.

Ele, ao contrário de mim na época, não tinha o menor pudor para falar sobre sua enfermidade, relatava suas crises de enjoo, a baixa imunidade, todo o sofrimento da quimioterapia. Nada disso me causava a menor pena, mas sim um pouco de vergonha, por ainda reclamar da vida em algumas situações. E
le não falava apenas sobre isso, impus pouquíssimos limites para nossos assuntos. Criei uma afinidade profunda, um amor sem explicação. O via como o modelo ideal que eu gostaria de ter sido, a forma como eu gostaria de ter reagido ao sofrimento. Era o que eu pensava.

Numa de nossas conversas, entrei no assunto fé, e foi o único assunto difícil entre nós. Na verdade, tudo começou com o assunto religião, devido algumas escolhas e opiniões minhas sobre determinados assuntos, que ele achou que fosse devido a isso. Não defendi religião nenhuma, pois não sou adepta de nenhuma e nunca fui. Creio em Deus, em sua Palavra e no testemunho que ela dá sobre o Senhor Jesus Cristo, Salvador. Ele me contou que já frequentou igrejas, não me recordo de ter questionado qual, mas pouco importa.

O maior sofrimento humano não são as doenças do corpo, mas da alma. O desânimo do espírito. Durante anos fiquei angustiada, tentando entender Deus, e ouvindo diversos achismos sobre a Bíblia. Muitas dúvidas desse meu amigo foram minhas: “quem traduziu e descreveu a Bíblia?”, “por que os cristãos estão certos e judeus não?”, “por que o Deus do antigo testamento castigava e no novo testamento perdoa?”. Como ele mesmo disse, fé não tem lógica. Ou como diz num versículo belo da Carta aos Hebreus: “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não veem” (Hebreus 11:1).

É natural e até bom ter dúvidas, melhor ainda é quando nos libertamos da necessidade das respostas. Não que isto signifique uma ignorância passiva, mas existem coisas que fogem do domínio de nosso intelecto, e não adianta tentar racionalizar. Existem verdades no relato de Deus, a Bíblia, que só pelo Seu próprio poder conseguimos acreditar, mesmo sem entender às vezes. Não à toa Deus se colocou no posto de Pai daqueles que creem no seu Primogênito, Jesus Cristo. Quando criança ao recebermos uma ordem ou conselho de nosso pai, obedecemos, mesmo por vezes discordando, por não compreender suas razões. De certa forma fica uma confiança que se não ocorrer o bem que queríamos, também mal não vai fazer. Quanto mais digno de confiança é nosso Pai do céu!

É curioso, pois esse meu amigo demonstrou muita fé, desde a primeira conversa. Mesmo quando ele estava internado e eu no conforto da minha casa, ou ele confinado em sua própria casa e eu no trabalho. Nossa conversa “difícil” tinha me preocupado, por um momento achei que não compartilhávamos a mesma fé. Só Deus conhece os corações, mas me sinto mais tranquila quanto a isso. Apesar das dúvidas, percebi que não eram tanto sobre Deus, mas sobre a bagunça que os homens fizeram a respeito das obras de Deus. Com o tempo se esclarecerão.

Uma vez ele brincou comigo dizendo que o mundo não é o que eu vejo na igreja. Engraçado. Ele sabia que eu não via nada na igreja, mas não entendia, como muitos, o que é ter fé sem ter religião. Não tenho a menor ilusão de que o mundo e as pessoas em seu estado natural (mesmo muitas dentro das “igrejas”) tenham algo de bom. Tenho plena convicção de que este mundo está condenado por completo, e que o único caminho é Cristo, e devemos exatamente nos desapegar desse mundo, como disse o Senhor:

Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.
E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre. 1 João 2:16,17


Há pouco tempo esse meu amigo fez um tratamento que esperamos ser definitivo. Segundo ele zerou a memória das células sanguíneas, voltou a ter sangue de criança, sem as defesas imunológicas adquiras ao longo da vida. O tumor também foi eliminado. Fiquei muito feliz, transbordante de alegria. A vida lhe deu a oportunidade de um novo começo, literalmente. Nasceu de novo. 

A palavra Linfoma vem do grego Lympha que significa Água. Isso me lembra dum versículo que fala sobre nascer de novo, da água e do Espírito:

Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. João 3:5
E no mesmo capítulo:

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16


Quem crê em Cristo não perece, ainda que sofra um pouco. Ele conhece bem a hostilidade desse mundo, foi açoitado e crucificado, mas venceu o mundo. Já somos mais que vencedores!




sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Ano Novo - Vida Nova



Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. 2 Coríntios 5:17



Ao longo da minha peregrinação neste mundo esse período de festas de fim de ano sempre teve um significado importante. Falo somente da festa da virada do ano. Por tradição, na casa de minha tia sempre tinha uma festa de comemoração onde as portas da casa eram abertas para receber todos os familiares.

De todos os anos vividos de minha tia pude ir a bem poucas festas em sua casa, pois morava um pouco distante com minha mãe e meus irmãos, e era criança, portanto não podia ajudar com os custos do passeio. Mas, mesmo nas circunstâncias onde eu não podia ir eu sabia que a festa estava acontecendo. E eu ficava triste por não poder compartilhar aquele momento. Nos últimos anos quase sempre pude estar presente, e esses dias serão inesquecíveis!

Chegou o ano, porém em que não teve a esperada festa na casa da tia. Minha querida não está mais entre nós, e nada me deixou mais confusa do que não ter mais um destino para rumar no último dia do ano. Nunca mais minha tia zelando para que ninguém usasse uma louça que não era para usar, um talher de sobremesa para outra coisa, nunca mais as cortinas novas, faxina esmerada, seus gatos esparramados pela casa, seu jeito meigo e bravo ao mesmo tempo.

Percebi que minha esperança acalentada ao longo dos meses do ano estava voltada para aquele momento. Era o meu refúgio, onde dava para esquecer o peso dos dias. A grande maioria das pessoas continua lá, mas a anfitriã está agora num lugar melhor. Por mais que sua partida não tenha sido justa segundo a justiça dos homens, e que aos nossos olhos pudesse ter sido adiada, pelos olhos misericordiosos do Senhor podemos esperar mais além.

Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.
Mas na realidade Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. 1 Coríntios 15: 19-20.

Por trás da revolta posso olhar para a nova morada que o Senhor Jesus disse que prepararia para nós na casa do Pai (Jo.14:2), e que ela já foi habitar. Descansar merecidamente ao lado da maravilhosa presença do Senhor. Lá deve ser tudo tão bonito e limpo como nem a melhor faxina da tia não poderia deixar. Lá ela pode encontrar aquele que foi seu amado e fiel esposo aqui na terra tio Antônio. Agora eles podem aproveitar juntos de todas as bênçãos espirituais direto nos lugares celestiais em Cristo.

Para mim e todos que aqui ficam realmente não podemos depositar a esperança em coisas temporais como uma festa de réveillon; o que é mais um ano para quem terá a eternidade ao lado do Senhor Jesus Cristo? Percebi também que não entendo a dimensão disso que digo, pois me economizaria muitas lágrimas. Sabendo onde estou e onde ela está, não ousaria desejar que ela não tivesse ido. Se pudesse apenas mudaria a forma com ela se foi. Mas quem sou eu?

Não atentando nós nas coisas que se veem, mas sim nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, enquanto as que se não veem são eternas. 1 Coríntios 4:18 


Um dia estarei lá com ela na companhia do Senhor! Ela preparava a festa e convidava a todos, formal ou informalmente, mas só ia quem quisesse. A festa estava marcada, eu entendia que não precisava ser repetido o convite, ou formalizar algo que estava aberto para todos da família. Sempre tinha aquele que achava uma razão para não comparecer. Mas a porta estava aberta e eu acreditava em quem me convidava!

O Senhor também nos contou a parábola de um rei que preparou as bodas de seu filho e os convidados não foram; então o rei ordenou aos seus servos que convidassem qualquer um que viesse pelo caminho. Mas ainda assim só foi quem quis e quem estava disposto a participar da comemoração das núpcias do filho do rei.

Se eu tivesse me recusado a ir à última festa na casa da minha tia, eu amargaria não ter aceitado o convite tendo agora a consciência de que era a última chance de comparecer. Portanto, não se recuse a crer naquele convite “Vinde a mim”, “Eu sou o caminho a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai senão por mim”, não perca o gozo de entrar na morada do Senhor. Não sabemos até quando o convite será estendido. Hoje abra o seu coração e a sua casa para Ele, deixe-O entrar, em sua vida. Então quando Ele voltar para esse mundo nos levará para a Sua morada, ou se partirmos antes de sua volta, o encontraremos lá no céu.

Responderam eles: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa. Atos 16:31

Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Apocalipse 3:20